De acordo com o site www.sidneyrezende.com.br , o coreógrafo, professor e bailarino Jaime Arôxa pediu esta semana, para sair do comando da comissão de frente da escola de samba Mangueira.
Segundo ele, não houve nenhum problema com a presidência da escola, mas Jaime pretende se dedicar a outros projetos a partir de agora e acredita que cumpriu sua missão junto à comissão de frente da Mangueira, que ensaiou desde setembro do ano passado e conseguiu obter ótimos resultados.
O coreógrafo criou sua própria escola no ano de 1986 e além de conduzi-la, também realiza atividades como coreógrafo em peças, filmes, novelas e shows. Atualmente, Jaime está trabalhando nas novelas “Cama de gato” e “Tempos modernos”, da Rede Globo, e também participa dos programas “Melhor da tarde”, da Record e do “Programa Eliana”, no SBT.
A escola de samba Salgueiro, do Rio de Janeiro, confirmou que a Itália será o tema para o seu samba enredo de 2011. Pietro Petraglia, presidente da Câmara Ítalo-Brasileira de Comércio e Indústria confirmou um patrocínio à escola no valor de cinco milhões de reais. Notícia dada no site de Sidney Rezende.
O nome Salgueiro vem de Domingos Alves Salgueiro, um português comerciante de um morro do bairro da Tijuca, que deu fama ao local com suas barracas, ficando conhecido como morro do “Seu Salgueiro”. Este, que tem como padroeiro São Sebastião, comemorado no dia 20 de janeiro, aos poucos foi sendo cada vez mais habitado por moradores, os quais eram conhecidos como “salgueirenses”.
Foi no morro do Salgueiro que surgiu a primeira Associação de Moradores do Rio de Janeiro, em 1934, com o objetivo de defender seus moradores, ameaçados de despejo.
O Carnaval produziu toneladas de lixo. A população ainda não se conscientizou da necessidade de se dar um destino final a esse lixo.
A dificuldade que existe em fazer com que essa matéria prima chegue à reciclagem, se transformou no maior obstáculo a ser superado.
A coleta seletiva já é realidade em muitos locais, mas ainda não é uma unanimidade, apesar da lucratividade. Um bom exemplo de material que pode ser reutilizado está nas garrafas PET, utilizadas na indústria de embalagens desde a década de 70.
O PET chegou ao Brasil em 1988 e seguiu uma trajetória semelhante ao resto do mundo. Apenas a partir de 1993 passou a ter forte expressão no mercado de embalagens, notadamente para os refrigerantes.
Torço para que em pouco tempo o destino das PET já esteja traçado: Da geladeira, às mesas e por fim às usinas de reciclagem.
Numa época em que se discutem os benefícios do tratamento com sorvetes, por que não nos voltarmos para um remédio gratuito, não calórico e contagioso, ele não se restringe somente a quem usa, mas a todos que estão em volta.
Sim esse remédio existe e está ao nosso alcance: o riso.
No passado ele foi tido como perigoso, subversivo. O riso carnavalesco remetia à construção de um novo mundo, uma nova vida. A inversão da ordem estabelecida pela Monarquia e pela Igreja.
A paródia do dia-a-dia, espaço onde são abolidas as hierarquias, onde todos riem democraticamente, aproximando indivíduos.
Se por um lado se aumenta a liberdade, por outro, as regras de etiqueta diminuem.
Palco de resistência do dominado. Pelo menos uma vez por ano, vemos o gari estrela que esnoba a pop star, o prefeito ritmista e policial destaque em carro alegórico.
Digno de curiosidade, no mínimo, o fato de palestinos protestarem vestidos como personagens do filme Avatar, campeão de bilheterias neste início de ano.
Curioso, mas perfeitamente compreensível, já que vivemos dias em que a notícia é transmitida em tempo real.
Mas, engana-se quem pensa que a dita globalização é um fenômeno moderno, ao contrário, data do século XVI no período das Grandes Navegações, que expandiu os limites do mapa mundi e internacionalizou o comércio.
Os mares nunca antes navegados foram substituídos pela internet, depois dela nunca foi tão fácil transformar a Palestina em Pandora, mini vestidos em porta de entrada para o mundo da fama e tapa sexo em fantasia de carnaval.
Uma escultura que traz elementos católicos, judeus e muçulmanos, exposta em Madri suscitou a ira de líderes religiosos e trouxe à tona o debate sobre a garantia ou não, da liberdade criativa.
A noção de liberdade de criação foi conferida no seio da sociedade cortesão no Século XIII, pelos Bufões ou bobos da Corte. Tinham a função de entreter a monarquia, inclusive eram os únicos que gozavam da liberdade de criticar os soberanos.
A figura do Bobo beirava o grotesco, vestia-se espalhafatosamente e tinha guizos à beira da roupa, para que sua presença não passasse despercebida.
O ideal libertário conquistado, apesar da função de sido extinta no Século XVII, ultrapassou os muros dos castelos e está presente até hoje entre nós na figura do coringa, aquela carta que substitui qualquer outra, de qualquer naipe.
Se o homem é o único animal que ri, usemos o riso a nosso favor.
A Unidos de Tijuca é a vencedora. Uma coleção de notas dez deixou as concorrentes para trás rapidamente na apuração do carnaval carioca. Uma comissão de frente que revolucionou tudo que já se havia visto na Sapucaí e um espetáculo como poucos na Terra. Esta aí o segredo da vitória.
O samba-enredo, inspirado na temática do enigma, foi apresentado por um grupo de bailarinos cuja troca de figurinos era uma verdadeira magia. Em questão de dois segundos, cronometradamente ensaiados, eram feitas trocas de seis figurinos diferentes, o que criava um ilusionismo que deixou arquibancada e espectadores impressionados.
O site do Jornal Nacional tem vídeo do repórter cinematográfico da Globo na cobertura do desfile. Disponível em câmera lenta, o internauta pode desvendar os mistérios que fizeram a escola do bairro da zona norte ser campeã depois de mais de sete décadas sem o título. Confira:
Mais de 3 milhões de foliões foram contabilizados pela prefeitura da cidade do Rio de Janeiro nos blocos de rua no carnaval de 2010. Destes, cerca de 300 chegaram a ser autuados e presos porque urinaram na rua.
A prefeitura reconhece que o sistema de manutenção da higiene dos banheiros químicos instalados em toda cidade foram insuficientes, e promete aperfeiçoar o serviço no carnaval do ano que vem. Devido ao maior número de blocos cadastrados na Riotur (Empresa de Turismo do Município do Rio de Janeiro S. A.), a zona sul carioca ficou com 70% de todas as unidades sanitárias instaladas.
Nem mesmo os horários pouco convidativos de alguns blocos afugentaram os cariocas e turistas. Milhares de pessoas chegavam à concentração às seis horas da manhã para pular a valer até o sol ficar a pino.
A única a ganhar a nota máxima pelos cinco jurados no quesito ‘comissão de frente’ foi a Campeão do Grupo Especial do Rio: Unidos da Tijuca.
A comissão foi formada por 15 pessoas, sendo motivo de receio do carnavalesco Paulo Barros por achar que iria perder pontos por infringir o regulamento do desfile.
A grande performance contou com 6 mágicos e 9 bailarinos que trocavam de figurino no meio do Sambódromo, utilizando o ilusionismo. Foram 6 roupas com estampas e comprimentos variados trocadas como um passe de mágicas aos olhos do público.
As mudanças de figurino eram realizadas sob a passagem de um enorme pano por cima dos bailarinos, por uma chuva de papéis picados e dentro de um tubo de tecido.
Foram meses e meses de ensaios para a deslumbrante apresentação ficar impecável e perfeita para arrasar na avenida. E com certeza foi o que aconteceu!!
O desfile das escolas de samba tanto de São paulo quanto do Rio de Janeiro são um espetaculo a parte frente a tantos nas festas brasileiras.
Esses desfiles atraem diversas pessoas e varios estrangeiros e famosos. O desfile dura dois dias em cada cidade mas o clima e os preparativos carnavalescos duram o ano todo.
Os ingressos são vendidos dias antes da comemoração e turistas agendam antecipadamente sua estadia nos hotéis da cidade.
Mas mesmo para aqueles que perdem o desfile durante o carnaval, ainda existe a oportunidade de assistir ao desfile, mas aí só das escolas campeãs.